segunda-feira, 8 de março de 2010

Nunca é como eu planejo

No final de semana deu Maricá. Eu queria ter ido sexta de madrugada. Mas não rolou.
Ir ou não ir, ir ou não ir? Resolvi ir pro show porque não estava mesmo disposta a deixar R$ 28,00 de brinde pro circo, de novo. Fui e não me arrependi. As malas estavam prontas no carro. Foi uma confusão de liga-desliga que... Nossa Senhora!
Antes do início do show, o plano já teria mudado e desmudado 15 vezes. Eu já não entendia quem que era pra buscar no Méier, ou quem que tinha que voltar da AMAN. Até tava aceitando o cargo de joffer em troca da viagem. Mas não rolou. A parafernália toda foi carregada de volta pra casa. Ninguém queria mais ir àquela hora.
Ainda bem que eu fui no show... Pensei.

Aliás, o show merece comentários a parte. A Pitty estava linda com um novo corte de cabelo e o Joe está seco, supermagro, graças a uma reeducação alimentar e habitual. Essas foram as mudanças físicas de todos esses 2 anos. Pelo menos as que eu notei, né?
No show em si, olhei pro lado e me espantei: nada de rostos conhecidos, como imaginei. Pra não dizer que nenhuma viva alma se salvou, dentre os mil pittynáticos do local achei o Will, a Carol e a Mari. Falar mesmo, só falei com o Will.
Aliás, achei muito divertido o Lobato pedir pra gente cantar o I Wanna Be do Pai Will. Relembrando os bons tempos.
Depois foi só me despedir do pessoal e voltar pra casa.

Pé na estrada. Chegamos as 2h por lá e fomos recebidos com um sol espetacular. Demorou até iniciarmos os trabalhos. Eu não tava na vibe de beber, mas tava precisando viajar, espairecer. À noite, junto com o cair do dia, caiu uma bela d'uma água. Foi um salvem-se quem puder e ficamos ilhados dentro de casa. Aliás, ilhados e alagados. Dois dedos dágua nos cômodos da casa, estilo tw. Tinha goteiras por todos os lados e uma cachoeira saindo por cima do lustre da sala. Desligamos as luzes.
Aproveitei que tava todo mundo quieto fazendo coisas aleatórias e iniciei minha maratona Six Feet Under. O primeiro capítulo de todo seriado, não sei porquê, tem sempre quase duas horas de duração e, lógico, esse não poderia ser diferente. Amei. Apesar de atônita por ver o Dexter beijando um clone do Doakes, amei.
Domingo acordou com um sol escroto de tão absurdo. E o clima ficou bem agradável e convidativo, acabei estendendo a viagem, optando por pegar a estrada hoje cedo. Continuamos os trabalhos durante toda a noite: churrasco, cerveja e jogatina foram as palavras de ordem e, apesar de uma abstinência de Revistas de Rock desnecessária ontem pela manhã, a viagem foi realmente agradável, revigorante e inspiradora.
Não foi muito bem como eu planejei, mas já me acostumei a simplesmente deixar rolar. E até que não costuma ser tão ruim.

h'[m]

5 comentários:

LuDantas disse...

e assim q eu estiver com alguma renda, vai rolar a nossa viagem ne?!?!?! =D
bjkas

Caju disse...

A Pitty é mara. Mas infelizmente tem quase quatro anos que eu a assisti em um show. O Martin, então, fica cada vez mais gato também, uai!

XD

Cristiano Contreiras disse...

Parabens pelo tom do espaço, tão singelo e bem interessante o conceito. te seguirei, retorno! abs

Edu disse...

Úia, tem outro blog aqui...
Sim, tem que deixar a chave (ou no carro mesmo, ou deixa a reserva com a outra pessoa) pra quem ficar atrás poder manobrar. Tem gente fresca, rsrs, que prefere ficar na vaga de trás mesmo tendo sido sorteado pra da frente só pra não deixar a chave. Por mim, pode entrar, manobrar, o que quiser. Mas se bater/arranhar... o pau come!!!

Mulher Asterísco disse...

humpf! Eu não gostei nada!!
Tudo isto que tá aqui tava lá no nem froid primeiro...achei este blog solo muito do sem graça...afffe