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sexta-feira, 26 de março de 2010

Oh Gosh

Me sinto um adolescente de 16 anos. Se não, de 12!
A semana inteira esperando sexta-feira e agora, que ela tá aqui, eu não sei o que fazer.
Ansiedade, ansiedade. Autocontrole. Autocontrole. Autocontrole. Autocontrole! Por favor, Fernanda, Autocontrole!
O dia de ontem já indicou que hoje a noite tudo pode terminar bem. Mas só se eu conseguir acalmar os ânimos.
Respiração, respiração. Um, dois.
Segura o dedo. Sem mensagens. Sem procura. Sossega o facho!
É, tô vendo que vou ter que ir pro clube gastar energia e tomar um belo dum banho frio.

Isso só acontece comigo?

terça-feira, 16 de março de 2010

Sem Jeito pra Fofoca

Tô cansada de disse-me-disse, viu?
Se for pra falar comigo, que fale algo útil. Ainda mais essa semana que o trabalho está absurdamente punk.

Não sou adepta ao fale bem, fale mal, mas fale de mim. Vamos seguir de um jeito simples? Cada um segue sua vida como achar melhor, desde que não reflita na vida do coleguinha. Ok?

Um dia de cada vez, e eu prometo que não vai ser difícil.

Tô em fase de renovação espiritual. Qualquer semelhança com pleno bom humor e autosuficiência não é apenas mera coincidência. É autocontrole.

quinta-feira, 4 de março de 2010

No Blood, No Trabajo

Como todo mundo sabe - pelo msn, ou twitter - estou aficionada em Dexter. Fiquei interessada desde que a Tati falou ser um dos seus favoritos. Vi a 1ª temporada na última semana de férias, e, na segunda-feira, comecei a 2ª.
Curioso como, quanto mais eu vejo, mais eu me identifico com ele, e percebo como, no fundo, a gente realmente tem anjos e demônios dentro de nós. Lógico que não me identifico com ele no desejo de matar, de ver sangue escorrendo - se bem que ultimamente eu tenho tido mais sangue nos olhos do que já tive em toda a minha vida - mas me identifico em algumas pseudo-dúvidas sobre seu próprio sentimento.
O que me fascina no Dexter é que, além de lindo, ele é absurdamente inteligente. E eu já cansei de falar aqui o quanto me atraio por gente inteligente, né? Esconder o que se é de verdade é uma arte que ele domina como poucos, e que eu, sinceramente, tô precisando aprender.

Informação útil ou inútil, depende do ponto de vista, é que o Michael Hall, ator que fez o personagem título, teve câncer, mas tudo indica que o seu tratamento foi um sucesso. Além da atuação impecável do cara - que até nos momentos que tem que ficar sem expressão, ele consegue ser perfeito - ganhou minha admiração por mais esse feito: lutar e vencer.
Outro dia eu sonhei que encontrava com ele, com o Michael, não o Dexter, e fazia zilhões de perguntas comparando a realidade de um e de outro. O que me assustou no sonho, foi a quantidade de perguntas sobre "como fingir ser o que não é".
Será que, de alguma forma, eu tenho no meu subconsciente que eu preciso ser quem não sou?
Pior que, quando acordo, eu tento rever todos os pontos em que não gosto de mim, e, se me perguntassem o que eu gostaria de mudar, eu diria: nada.
Será que meu subconsciente tem uma intenção diferente do meu consciente?

Não tô afim de filosofar hoje. O post foi só pra dizer que se eu não tivesse visto 3 episódios e meio de Dexter ontem, certamente, eu estaria ainda mais cheia de sangue nos olhos nesse momento, e a reunião que durou 4 horas, teria durado 5 ou 6. Tô cheia de pergunta maquiavélica na cabeça. Auto ironia a toda prova.

Ah! Tô meio rebelde hoje, querendo fazer justiça com minhas próprias mãos. Preciso aprender com o Dex.

Calma. Quero aprender a não transparecer o que eu tô sentindo. Não quero matar ninguém... [por enquanto! hahaha]

Vou almoçar que, assim como ele, como por terapia.
h'[m]

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Constrangedor

A contínua veio trazer os potes do periódico hoje. Recebi o da coleta da urina, e algum ser inomeável perguntou: "não chegou o de fezes?".
Pra que perguntou?
"Gente, que grosseria!"
É tudo que eu pensei quando, cinco minutos depois, a contínua me retorna com portes tipo 500ml de sorvete sem nome. Risada geral. Bochechas avermelhadas e risadas incontroláveis.
Quando vi aquilo, além dos olhos mega-arregalados, devo ter esboçado alguma face rubra e febril super exagerada.

Tá que é uma coisa normal, que é comum do ser humano, que é uma necessidade fisiológica. Mas eu tenho esse bloqueio, ok?
Eu já não sabia onde enfiar minha cara, quando a Suellen comentou que a guia dela não solicitava tal exame. Como estamos relativamente na mesma faixa etária, tudo que me correu a cabeça era catar a guia e procurar a lista de exames laboratoriais. BINGO!
Salva de palmas para Suellen que me deu esse alívio.

Depois disso, um pouco mais alíviada, fui dar aquele apoio moral aos colegas, explicando as orientações - sim, porque junto com o 500ml, a gente recebeu um super guia de como recolher o bendito material. Engraçado era eu explicando isso.
Sim, porque eu não tenho problema com o situação dos outros, mas tenho bloqueio com a minha situação em si. Dá pra entender? Lógico que não!
Campanha #terapiaparafernanda mode on!

Enfim, no mais, ficaram os comentários de "não acredito que a gente tá falando sobre isso com você" e o melhor de todos: "o assunto hoje aqui é, literalmente, merda!".
Sem mais!

h'[m]