Mostrando postagens com marcador Loser. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Loser. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 19 de março de 2010

Te encontro nas ruas até de olhos fechados

"sinto a tua presença e a lembrança que eu tenho de você me faz querer te abraçar, querer te encontrar."

Esse texto poderia ter sido escrito por mim, mas foi escrito pelo Tico Santa Cruz. Se eu pudesse mandar um sms, ele teria esse texto. Mas pensei, pensei, pensei e resolvi mandar.... por aqui. Tenho medo dessa invasão de território, e prefiro guardar as vontades e os pensamentos por aqui.
Vim ouvindo essa música durantes os 15 minutos do trajeto entre às saídas 3 e 10, blogando em pensamento durante o caminho. E percebi que poderia disserter sobre ela por horas. Mas, por essa hora, fica só o desabafo. E a vontade saciada.

E se alguém me perguntar como estou, apenas diria "com uma leve confusão mental".

Detonautas - Verdades do Mundo

quinta-feira, 11 de março de 2010

How about a lunch?

Não nasci pra almoçar sozinha. Sou viciada em pessoas e ficar sozinha, na maioria das vezes, me deixa deprimida.
Não me incomodo de dormir sozinha, de passar a noite comigo mesma. Mas a noite é escura e, no escuro, você pode fazer tudo que não pode enquanto tem alguém olhando. No claro, não. No claro é o momento que você tem as pessoas por perto. O momento feito pra enxergar.
Taí o motivo de o carioca ser muito mais carismático que o paulista. A diferença entre o frio e o quente. O claro e escuro. O claro pede calor humano. O frio pede qualquer coisa que não inclua o todo.

Metade do pessoal foi almoçar no Peixe e eu, não sei exatamente o porquê, não quis ir. A Chris foi comer fora, e eu tô aqui pensando no brigadeirão.
Desde que a Naty se foi, tenho ficado bastante down nesse período entre as 11 e 13h. Espero que não demore muito pra me aparecer companhias pro almoço.
Quando a gente fica muito vulnerável, sabe o que acontece, né?
Bleh

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Que rei sou eu

Ao contrário da O+*, eu não sou uma superheroína com identidade secreta.
Metade dos leitores daqui sabe da minha existência, já me viu e até já me tocou. Tenho 25 anos, de tamanho GG, beirando os 1,76m por 70 e alguns kilos, bem acima da média do brasileiro.
Não posso dizer que sou frangote, porque os kilos citados acima variam - geralmente pra um pouco a mais - dependendo da minha atividade física. Quais? Pergunta difícil. Como boa geminiana, intercalo altos e baixos, esportes e movimentos de todos os tipos. Já fui tenista, marombeira, futebolista, nadadora... Agora, fico só no futebol 2 vezes por semana e academia alguns minutos por dias - sem contar as 2 ultimas semanas, que tô afastada por uma maldita torção na musculatura próxima a cervical, dorsal, ou algo do tipo.

Enfim, todo todo lenga-lenga acima foi só pra dizer que sou um mulherão - no sentido denotativo da palavra - tecnicamente ativa e saudável, e que hoje de manhã, todo esse conteúdo ficou desmilinguido perante um inseto. Comofás?
Bem na hora do meu sagrado banho matinal, uma maldita barata de 3 metros me apareceu no banheiro. Olhei pra ela, ela me olhou. Bem no estilo Kafka. Recoloquei minha roupa, sai de fininho e comecei a chamar o Motta pai.
Eu só sabia falar pra minha avó: "Olha o meu tamanho pro dela, vó. E olha o que ela faz comigo!", e ela, que completou 81 anos ontem, só sabia fazer rir e mandar enxotar a bicha pra lá. Gente, eu mandei ela sair umas 15 vezes e ela não me ouviu. Denovo: Comofás?
Quinze minutos se passaram até meu pai me atender e falar: "Você deve estar de sacanagem, né?". O pior é que não, Motta, eu realmente estava com pavor daquele bicho.
Perdi meu reinado por uma barata. Logo eu, que me considerava muito mais macho que muito homem...

Depois de uns 27 minutos, praticamente contados no relógio, de toda aquela correria de avó e pai atrás do bicho no banheiro, ela saiu pela janela. Respirei, contei até 10 e fui encarar o banho.
Lógico que não sou burra, e mantive os olhos bem abertos e a boca e as pernas bem fechadas. Afinal, não seria nada legal a barata reaparecer e entrar em algum buraco indevido. Certo?

h'[m]